Félix participa de encontro da Força Sindical e defende participação dos trabalhadores no debate político
O presidente do Sindedif, José Maria Félix, participou, no dia 2 de julho, de um encontro promovido por sindicatos ligados à Força Sindical da Baixada Santista, realizado na sede do Sindicato dos Químicos.
A atividade marcou o início de uma série de encontros destinados a aproximar o movimento sindical de nomes que participariam do processo eleitoral de 2026 e abrir espaço para a apresentação e discussão de propostas relacionadas à região e aos trabalhadores.
Na primeira edição, participaram Débora Camilo, então apresentada como pré-candidata a deputada estadual, e Fábio Mello, então pré-candidato a deputado federal.
Para Félix, iniciativas como essa permitem que os trabalhadores conheçam propostas, façam questionamentos e acompanhem de maneira mais próxima o debate sobre decisões que poderão afetar seus direitos.
“Participação política não acontece somente no dia da eleição. Precisamos acompanhar, perguntar, conhecer as propostas e entender como as decisões tomadas no Legislativo chegam diretamente à vida de quem trabalha”, afirmou Félix.
Congresso e Assembleia também decidem sobre direitos
Durante o encontro, Félix chamou a atenção para o papel exercido por deputados estaduais, deputados federais e senadores na elaboração e votação de leis.
Segundo o dirigente sindical, parte importante das discussões envolvendo relações de trabalho, direitos sociais, previdência, jornadas e outras questões de interesse dos trabalhadores passa pelo Poder Legislativo.
“Muitas vezes toda a atenção fica concentrada na eleição para presidente ou governador, mas precisamos lembrar que são deputados e senadores que discutem e votam projetos capazes de alterar profundamente a vida dos trabalhadores. Por isso é tão importante conhecer quem pretende ocupar esses espaços”, ressaltou.
Movimento sindical amplia espaço para o diálogo
A proposta dos encontros promovidos pelos sindicatos ligados à Força Sindical da Baixada Santista é ampliar o diálogo e possibilitar que diferentes questões de interesse dos trabalhadores e da região sejam colocadas em discussão.
Para Félix, a participação das entidades sindicais nesse processo também faz parte do papel de informar e estimular o exercício da cidadania.
“O sindicato tem a responsabilidade de defender direitos, mas também de levar informação. Quanto mais o trabalhador conhece o funcionamento das instituições e acompanha aquilo que está sendo discutido, mais condições tem de formar sua própria opinião e participar das decisões do país”, destacou.
Félix afirmou ainda que pretende continuar participando dos encontros e levando às discussões temas relacionados à realidade dos trabalhadores representados pelo movimento sindical.
“Nossa responsabilidade é colocar as pautas dos trabalhadores na mesa e cobrar que elas sejam discutidas. O trabalhador precisa ser ouvido não apenas durante uma eleição, mas durante todo o processo de construção das políticas que interferem na sua vida”, concluiu.